4 – Organising and Operating the Network

Will networking, which is closely linked to the widespread nature of new information and communication technologies, be a universal requirement for artistic and cultural operations from now on? We must analyse and discuss the organisational practices and scope of networks: by sector and geographical location; specific and general (including other sectors in the latter, such as education and research and other organisations (companies, charities etc.)). Finally, how can we ensure that networks are regulated autonomously? Could networks be a factor that contribute to new partnerships within geographical regions?

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2 Comments
Luis Figueiredo
Técnico Superior
05 Jun 2020
Os padrões e as dinâmicas da Sociedade em Rede na sua dimensão de definição de políticas, numa abordagem que nos leva a interrogar a formação de conhecimento económico, a partir do conhecimento baseado na tecnologia e na inovação até à reforma organizacional e modernização do sector público, passando pela regulação dos média e pelas políticas de comunicação.
A Sociedade em Rede é a nossa sociedade, a sociedade constituída por indivíduos, empresas e Estado operando num campo local, nacional e internacional.
Apesar das nossas sociedades terem muitas coisas em comum, são também produto de diferentes escolhas e identidades históricas.
O pleno aproveitamento das tecnologias da informação com vista à modernização das empresas, da administração e do próprio Estado só pode ser feito se, antes, forem postos em causa, em cada um desses grandes domínios da vida económica e social, os principais bloqueamentos ligados aos modelos organizacionais e aos modos de funcionamento convencionais. Sem inovação organizacional, a inovação tecnológica não chegará a constituir-se como factor de desenvolvimento e fonte efectiva de competitividade.
Que se debata….

Patrícia Martins
Técnico Superior de Animação Cultural
22 May 2020
Sem dúvida...já diz o lugar comum "juntos somos mais fortes".
O funcionamento em rede, a partilha de recursos, de estratégias, conhecimento, e até de financiamento ou de formas de viabilizar projetos pode ser ativado com sucesso por intermédio de redes e cooperativas, potenciando reciprocidade e mais valias para todos os envolvidos, através da realização e definição de parcerias frutíferas para todos.
A sensibilização para o coletivo em detrimento do individual (apenas) é premente neste cenário e para o futuro.
Importa pensar estratégias concertadas que possam beneficiar e apoiar situações de risco por intermédio de partilha de recursos e conhecimento.