26
out2022 quarta
18h30 Até 20h00

B&M 2022 - Encontro com escritores: José Milhazes, Jorge Prata e Rui Rasquilho

Alcobaça
Biblioteca Municipal de Alcobaça - Auditório Biblioteca Municipal de Alcobaça - Auditório
Pensamento

Sinopse

Encontro com escritores:  José Milhazes, Jorge Prata e Rui Rasquilho

Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça

18h30

Público Geral

M/6

90 minutos

Entrada livre

 

 

José Milhazes é maior especialista português em história e cultura russas, tendo, em 1977, rumado à União Soviética para se licenciar em História da Rússia na Universidade Estatal de Moscovo. Tem sido uma opinião ouvida e respeitada no contexto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia e estreia-se este ano festival Books&Movies para apresentar o seu mais recente trabalho “A Mais Breve História da Rússia”. A sessão será moderada pelo professor Jorge Prata.

Sobre José Milhazes

Nação de proporções colossais ou continente? Luz do mundo ou terra condenada? Aliado da Europa e do Ocidente ou seu adversário mortal? Território de santos, czares, poetas, pintores, revolucionários e músicos, a Rússia é um enorme mistério que importa desvendar. Esconde uma história tão rica, antiga e diversa quanto desconhecida. José Milhazes, o grande especialista português da Rússia, propõe neste livro uma viagem fascinante que atravessa séculos e séculos da história, cultura e civilização russas, que começa nos povos eslavos vários séculos antes de Cristo e acaba na actualidade, com Putin. Nesta edição que inclui dezenas de fotografias e mapas – além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada para quem quiser saber mais – fique a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos desta grande nação em permanente devir.

 

 

Sobre Jorge Prata

Jorge Prata é doutorando em História, ramo História Medieval, mestre em História da Idade Média e em Estudos do Património, e professor de História na Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça.

 

 

Sobre Rui Rasquilho

Rui Vieira Rasquilho nasceu em Alcobaça a 3 de Março de 1945.

Em julho entrou pela primeira vez num mosteiro construído e vivido por cistercienses, Santa Maria de Alcobaça.

Mais tarde percebeu que o seu batismo se havia realizado na Sala dos Reis perante inúmeras testemunhas em barro cozido e que, tirando o Papa Alexandre III e S. Bernardo, os outros haviam sido todos reis.

Viveu em Alcobaça até ao início da Escola Primária; depois, veio São Pedro do Sul, Fundão, Castelo Branco e Alcobaça, onde fez a 4.ª classe e a admissão ao Liceu, em Leiria, no edifício do Convento franciscano da Portela.

Alcobaça, Tomar, Cascais, Caldas da Rainha, Porto de Mós, Lourenço Marques (atual Maputo), o largo périplo antes da universidade em colégios e liceus, até à Guerra Colonial. A universidade em Luanda, a Faculdade de Letras de Lisboa, o bacharelato e a licenciatura, uma breve ameaça de doutoramento, porque nesse tempo não havia mestrados.

A Revolução de Abril, o início da vida profissional, o ensino e sucessivas missões fora dele. A Faculdade de Pedagogia, de vida curta, o Departamento de Estrangeiros da Faculdade de Letras, a Campanha do Património, a XVII Exposição do Conselho da Europa, o primeiro livro sobre o mosteiro de Alcobaça e os seus coutos e um outro sobre os Descobrimentos.

Entrava no final da sua década de 30. Vieram depois vinte anos em Rabat e em Brasília:  Adido Cultural, Conselheiro Cultural, a direção do Instituto Camões no Brasil e a Comissão dos 500 anos da Viagem de Cabral. Muitas comendas de várias nações (Portugal, Brasil e Marrocos) e outras que não são comendas, mas são condecorações.

Andaram sempre os dois – ele e a sua melhor metade, a Né.

E… conferências no Canadá, nos E.U.A., no Brasil, no Japão, em Marrocos, no Chile, na Argentina e, é claro, em Portugal. Mais livros, a poesia na década pessoal de 50, o Mosteiro outra vez, os congressos sobre Cister, e outra vez o Ensino. E, na sua década de 60, a direção do mosteiro de Alcobaça, a recordar haver sido fundador da ADEPA em 1976.

O Interact e o Rotary desde os 18 anos e os Amigos do Mosteiro quase a chegar à sua década dos 70. E continua, vejam bem, no Museu do Vinho.

Também tem uma diáspora: o filho nasceu em Angola, a neta no Brasil, e vão vivendo aqui e ali. Agora é Timor-Leste e Indonésia. Amanhã, nem eu sei. Mas todos os dias vejo o limite nascente da herdade de Alcobaça, a Serra dos Candeeiros. O Sol, esse, põe-se para o lado do mar.

Em suma:

Professor aposentado.

Diretor, presidente, comissário, diplomata aposentado.

Historiador, especialista em história local.

Conferencista.

 

BOOKS & MOVIES - FESTIVAL LITERÁRIO E DE CINEMA DE ALCOBAÇA | 8ª EDIÇÃO

PROGRAMA COMPLETO - AQUI