17
abr2021
00h00
Até
07
nov2021 domingo
00h00

Ciclo Fotografia e Território

Tomar
CEFT - Casa dos Cubos
Fotografia

Sinopse

O projecto “Fotografia e Território”, promovido pelo CEFT – Centro de Estudos em Fotografia de Tomar, iniciou-se em Novembro de 2020 através do lançamento do portal https://fotografiaeterritorio.ceft.pt/, o qual aspira ser uma referência para o arquivo de projectos com ligações ao território nacional, onde consta já um conjunto significativo de autores e trabalhos, que proporcionam um panorama diverso da fotografia portuguesa nessa temática. Procurando aprofundar as ligações, e transmitir conhecimento à comunidade fotográfica e ao público em geral, o CEFT - Casa dos Cubos apresenta em 2021 um Ciclo de Exposições em Fotografia e Território, com a programação de João Henriques, fotógrafo com ligações a Tomar, cidade onde nasceu, e onde também estudou, no Mestrado em Fotografia do Instituto Politécnico de Tomar.

Ficha técnica

João Mota da Costa - (1954). Exerce Medicina na especialidade de cirurgia de mão. Iniciou o seu percurso na Fotografia em 1969, exibindo e publicando com maior regularidade desde 2011. Estudou no Atelier de Lisboa, e terminou a Pós-Graduação em Discursos de Fotografia Contemporânea na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

Rodrigo Simões Cardoso - (1973, Lisboa). Fotógrafo, vive e trabalha em Lisboa. Completou o curso de fotografia do AR.CO em 1996, e o curso avançado de fotografia na escola MauMaus em 1997. Concluiu o curso de Projecto e Construção de um Livro orientado por António Júlio Duarte e David-Alexandre Guéniot no Atelier de Lisboa entre 2017 e 2019, e residência artística com Jem Southam na Serra do Açor em 2019.

Miguel Rodrigues (1978, Lisboa). Doutorando em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes da ULisboa desde 2017. Concluiu o Mestrado em Arte Multimédia pela mesma Faculdade (2018). Concluiu a Pós-Graduação em Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea no IPA/Atelier de Lisboa (2012). Frequentou a Licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da ULisboa (2001). Estudou Fotografia no Atelier de Lisboa com Bruno Pelletier Sequeira, Jem Southam, António Júlio Duarte e Federico Clavarino. Estudou também no Ar.Co e na APAF.

Fernando Brito, (1963, Luanda). Vive e trabalha na área de Setúbal. A sua obra autoral movimenta-se em torno de questões relacionadas com paisagem e território, inserindo-se atualmente num espaço que cruza o cinema experimental, a fotografia, a performance e a instalação audiovisual.

Nuno Miguel Andrade (1974, Lisboa). Vive em Almada e trabalha em Lisboa, onde combina os seus projectos pessoais com o seu trabalho como arquitecto. Estudou fotografia na “Maumaus” entre 1993 e 1995 e no Atelier de Lisboa entre 2014 e 2016. Nos últimos anos tem vindo a desenvolver um trabalho de cariz documental, explorando os locais e as pessoas que habitam a cidade onde vive, tendo o rio Tejo como guia e elemento de referência. O seu trabalho já foi exibido em Portugal , França, Finlândia e Índia. Em 2016 o trabalho “Ginjal” foi seleccionado para os encontros de fotografia de Braga e fez parte dos projectos expostos no festival. Foi finalista ao prémio da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, 2016, com o projecto  "Maré Baixa" em em 2018 com o projecto "The Feeling of What Happens". Em 2019 ganhou o prémio "Prix HSBC pour la Photographie", publicou o seu primeiro livro e expôs o seu trabalho em várias cidades Francesas. Em 2020, cinco das suas fotografias foram adquiridas pela "Fondation de France" para integrar a sua colecção de fotografia contemporânea.

Paulo Catrica (Lisboa, 1965). Estudou Fotografia no Ar.Co (Lisboa, 1985) e História na Universidade Lusíada (Lisboa, 1992). Concluíu Mestrado em Imagem e Comunicação pelo Goldsmith’s College, (Londres, 1997) e recebeu um PhD na Escola de Arte e Media da Universidade de Westminster (Londres, 2011). Bolsas de investigação do Centro Português de Fotografia (1999), Fundação Calouste Gulbenkian, Londres (2001) e Fundação da Ciência e Tecnologia (2006/2010 e 2014/2017). Exibe e publica o seu trabalho regularmente desde 1997.

Programação - João Henriques