03
dez2021 sexta
21h30 Até 22h30

Duarte Valadares | Palcos Instáveis Segunda Casa / Instável — Centro Coreográfico | Rubble King

Torres Vedras
Teatro-Cine de Torres Vedras Teatro-Cine de Torres Vedras
Dança

Sinopse

Rubble King introduz um curto período de atenção, uma criatura investigadora do arquétipo. Uma entidade dentro de uma caixa de areia, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de arquétipos para alimentar. Esse corpo universal é viral, um circuito não filtrado, interrompido aleatoriamente pela autosatisfação. Vislumbres de estruturas reais de movimento estão presentes como se pairassem nuvens e refletissem pensamentos. Mudança, mudança, mudança, vários estados através da mudança de atenção e esquivando-se da conclusão, um ridículo racional.

Ficha técnica

Duarte Valadares

Nascido no Porto, Duarte tem 29 anos e formou-se na Escola Superior de Dança, em 2014. Reside em Portugal, pesquisando paralelamente o movimento contemporâneo e urbano, estudo que intitula de "Hybrid Movement".

Trabalhou com coreógrafos como Amélia Bentes, em “Eternuridade”, Marco da Silva Ferreira, em “Land(e)scape”, “Hu(r)mano”, “Brother” e “Bisonte”, Drosha Gherkov em “Needs”, Jonas & Lander em " Adorabilis", Thiery Smits/Compagnie Thor em "Anima Ardens" e "WaW". Com a Companhia Instável, trabalhou com nomes como Gregory Maqoma, em “Free”, Emmanuele Hyuhn, em “Cribles”, e Mafalda Deville, em “Barro - Terra Molhada Onde a Bota Escorrega”. Duarte coreografou "Dry Mouth" (2015), "State of Doubt" (2016), “We can buy a Basquiat but we can't hold hands” (2017), com Jonas Verwerftem “Rubble King” (2020).

 

 

Direção artística: Duarte Valadares

Cocriação: André Cabral & Marco da Silva Ferreira

Interpretação: Marco da Silva Ferreira 

Artista visual: Oscar Cassamajor

Compositor: Olli Lautiola

Figurinista: Pawel Androsiuk

Desenho de luz: Luisa L’Abbate

Apoio de residência: Cie Thor, Jazzy Dance Studios - Santos, Estúdio CAB - Centro Coreográfico de Lisboa, Centro de Criação do Imaginarius, Companhia Instável

 

A Companhia Instável é apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção-

Geral das Artes e pelo programa "Bolsas para a formação GDA".



Palcos Instáveis

Um projeto da Companhia Instável coproduzido pelo Teatro Municipal do Porto e apoiado pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, que tem como objetivo incentivar o trabalho de criadores emergentes da cidade do Porto e do norte do país. Este projeto possibilita o cruzamento de experiências artísticas e oferece à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes. Criado em 2012, com a realização de residências artísticas no Lugar Instável, o Ciclo Palcos Instáveis tem apresentações mensais e conta já com mais de 70 criações.

Outras informações

M/6

5,00 euros