05
nov2021 sexta
00h00
Até
30
nov2021
00h00

Exposição de pintura 'Sem fronteiras' de João Fonseca Matias

Porto de Mós
Castelo de Porto de Mós
Artes Plásticas

Sinopse

Existem talentos inatos que se aprimoram com os anos, as vivências e a recetividade às impressões que deixam os lugares por onde se passa. Assim tem sucedido com João Matias, portomosense de corpo e alma que, desde cedo, nutriu uma enorme paixão pelas artes, com particular enfoque para o desenho e a pintura. Dos saudosos tempos de escola, ainda guarda com muito carinho inúmeros trabalhos.
Em 1985, estreia-se na pintura a óleo sobre tela e, em 2006, no âmbito da Exposição de Artistas Portomosenses " CASTEL ARTE", V - Mostra de artistas Portomosenses, participa numa coletiva de pintura, no Castelo de Porto de Mós. Ainda participou noutra exposição coletiva, na então Junta de Freguesia de S. Pedro, mas foi a partir de 2014 que a maior disponibilidade lhe permitiu dedicar mais tempo à produção artística, consagrando-se a temas que versam a natureza e Porto de Mós.
O ano seguinte, 2015, irá revelar “uma faceta que desconhecia”, a pintura de retrato que, a partir de 2017, passa a representar parte muito expressiva da sua produção. Com a mestria dos seus pincéis, foi guardando memórias de rostos e olhares dos lugares por onde foi passando.
De regresso ao Castelo de Porto de Mós, João Matias partilha com o público a expressão dos dois temas que têm norteado a sua pintura, o afeto pela sua terra, Porto de Mós, e o fascínio pelos horizontes mais vastos.
Com a aparente violência da espátula, empresta maior bucolismo à tela, revelando os “Recantos e Encantos de Porto de Mós”, a terra que o viu nascer, que desde sempre o acolhe e que leva consigo para onde quer que vá.
Num segundo tema, “Sem Fronteiras”, o pintor eterniza olhares, expressões, indumentárias e ambientes de povos e culturas que tem tido o privilégio de descobrir, usando um estilo realista que entende ser mais fiel às realidades que retrata.
Expor no castelo da “minha terra” revelou-se, pois, um imperativo pessoal que não podia deixar de ser cumprido.