Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras

Torres Vedras
Música Banda/Artista

Fundada em 1903, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras conta com mais de um século de história e várias gerações de bombeiros, mas um só lema: “Vida Por Vida”.

Na longa vida desta Associação são inúmeras as histórias e vários os reconhecimentos públicos, tendo sido considerada como instituição de utilidade pública por decreto a 30/3/1928 (Diário do Governo nº 73 – II série), agraciada com o Grau de oficial da Ordem de benemerência em 18/7/1943, merecedora da atribuição da Medalha de Ouro do Concelho no dia 8/10/1953 e ainda a Filiada nº 1 da Liga dos Bombeiros Portugueses.

Operacionalmente, os Bombeiros de Torres Vedras contam atualmente com cerca de 160 elementos e 41 veículos, sendo passível de destaque o espírito de entrega, sacrifício e harmonia entre o corpo ativo, comando e direção, sem o qual não seria possível manter o elevado nível operacional do corpo de bombeiros.

Por fim, damos ainda a conhecer a nossa vertente cultural, da qual muito nos orgulhamos – a Banda de Música. Desta fazem parte cerca de 67 elementos com idades compreendidas entre os 12 e os 84 anos que em cada atuação, pelo seu reconhecido rigor e nível, elevam o nome dos Bombeiros de Torres Vedras um pouco por todo o pais, e além fronteiras.

Contactos

Morada

Rua Manuel César Candeias

2560-683 Torres Vedras

Outras informações

BANDA DE MÚSICA

Em 1818 pelo comerciante António Manuel Sizudo e com a colaboração do Padre Estevens, é iniciada a instrução musical daquela que, a partir de 1821, passa a ser designada de Phylarmonica Torreense, conhecida como a banda mãe da atual Banda de Música. Ciente dos tempos que decorriam, acompanha as tropas do Marechal de Saldanha até à famosa Batalha de Asseiceira em 1834.

Em 1925, a Phylarmonica Torreense atravessa sérias dificuldades, pondo em questão a sua extinção. Uma vez que a banda habitualmente acompanha o Corpo de Bombeiros nas suas cerimónias, propõe à Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras a possibilidade da sua agregação.

A 1 de Maio de 1926, a Phylarmonica Torreense – já agregada à Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras – passa a designar-se de Banda de Música da Associação de Bombeiros Voluntários de Torres Vedras.

Na década de 40, a banda realiza concertos radiodifundidos pela Emissora Nacional.

No seu percurso é duplamente agraciada pela Câmara Municipal de Torres Vedras: em 1975, é condecorada com o Diploma de Serviços Distintos e, em 1985, recebe a Medalha de Ouro do Concelho pelos relevantes serviços prestados.

Em 1991, desloca-se à Alemanha, a convite da Musikverein-Sdatkapelle Sindelfingen, onde realiza diversos concertos. No ano seguinte, desloca-se a França, à cidade de Villenave d’Ornon, tendo atuado também em Bordéus na Feira Internacional.

Em 2005, a banda de música desloca-se aos Açores, a convite da Sociedade Filarmónica Unânime Praiense, onde atua diversas vezes na cidade da Horta, no âmbito das Festas do Mar, e na Praia do Almoxarife.

Em 2010, colabora com a Câmara Municipal de Torres Vedras na inauguração do Mercado Municipal, acompanhando a banda de rock português GNR.

Em 2012, estreia-se no formato de concerto de Ano Novo acompanhando a prestigiada cantora Anabela Pires, realizado no Teatro-Cine de Torres Vedras. Nos anos seguintes, realiza os Concertos de Ano Novo no Pavilhão Multiusos com a colaboração de diversos nomes como Fernando Tordo, Rui Drumond, Vânia Fernandes, Herman José, Rita Guerra, One Vision (Tributo aos Queen), um elenco de cantores e bailarinos para a produção de West Love Story, Miguel Gameiro, Susana Félix, Tó Cruz e o pianista António Cebola, Cuca Roseta. 

Desde a sua agregação à Associação são vários os maestros que passam pela banda de música: Tenente Costa Brás, Manuel Vargas, Dr. Francisco Xavier de Melo, Dr. António Reis, Joaquim Luís, Emílio Ferreira, António de Amorim Pereira, Major Mário José da Costa Marques e Tenente-Coronel João Monteiro da Silva.

Atualmente é dirigida pelo maestro Rui Silva, sendo constituída por cerca de 67 elementos com idades compreendidas entre as 12 e os 84 anos, sendo de realçar o elevado número de jovens. Nas suas instalações, encontra-se a funcionar a Academia de Música com cerca de 70 elementos, tendo como objetivo a formação musical e instrumental.