4ª questão – organização e funcionamento em rede

O funcionamento em rede, associado à generalização das novas tecnologias de informação e comunicação, será a partir de agora uma exigência universal para a atividade artística e cultural? Importaria analisar e debater a organização e o âmbito das redes: sectoriais ou territoriais; exclusivas ou abrangentes (e, neste caso, integrando também outros sectores, como o educativo e o da investigação, e outras organizações (empresas, associações voluntárias). Enfim, como assegurar regulação autonomia nas redes? As redes podem ser fator de alianças novas nos territórios?

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4 Comentários
PAULO CRUZ
Artista Plástico
28 set 2020
Tendo nós a oportunidade de usufruir desta "Rede" de comunicação, podemos e devemos exprimir aqui e no presente, as nossas ideias ou projetos sejam de cada um de nós, ou de uma Associação ou outra, por forma a fazer o tão desejado intercâmbio para que realmente possamos trabalhar de uma maneira mais interventiva e Organizacional, criando os devidos "pilares" de uma sustentabilidade que no meu caso é a Artística.
Sónia Honório
artista Plástica
13 jul 2020
sem dúvida. olhem para a internet. em rede somos mais fortes e associados a isso, o ato presencial a reforçar essa rede permitirá a cimentação do que somos e do que fazemos.
Luis Figueiredo
Técnico Superior
05 jun 2020
Os padrões e as dinâmicas da Sociedade em Rede na sua dimensão de definição de políticas, numa abordagem que nos leva a interrogar a formação de conhecimento económico, a partir do conhecimento baseado na tecnologia e na inovação até à reforma organizacional e modernização do sector público, passando pela regulação dos média e pelas políticas de comunicação.
A Sociedade em Rede é a nossa sociedade, a sociedade constituída por indivíduos, empresas e Estado operando num campo local, nacional e internacional.
Apesar das nossas sociedades terem muitas coisas em comum, são também produto de diferentes escolhas e identidades históricas.
O pleno aproveitamento das tecnologias da informação com vista à modernização das empresas, da administração e do próprio Estado só pode ser feito se, antes, forem postos em causa, em cada um desses grandes domínios da vida económica e social, os principais bloqueamentos ligados aos modelos organizacionais e aos modos de funcionamento convencionais. Sem inovação organizacional, a inovação tecnológica não chegará a constituir-se como factor de desenvolvimento e fonte efectiva de competitividade.
Que se debata….

Patrícia Martins
Técnico Superior de Animação Cultural
22 mai 2020
Sem dúvida...já diz o lugar comum "juntos somos mais fortes".
O funcionamento em rede, a partilha de recursos, de estratégias, conhecimento, e até de financiamento ou de formas de viabilizar projetos pode ser ativado com sucesso por intermédio de redes e cooperativas, potenciando reciprocidade e mais valias para todos os envolvidos, através da realização e definição de parcerias frutíferas para todos.
A sensibilização para o coletivo em detrimento do individual (apenas) é premente neste cenário e para o futuro.
Importa pensar estratégias concertadas que possam beneficiar e apoiar situações de risco por intermédio de partilha de recursos e conhecimento.